Quem é de Pompéia e região pôde assistir ontem [25/11] na edição regional do SPTV às 19h gerada pela TV Modelo de Bauru uma matéria sobre um falso fiscal que ora se dizia da ABES, ora fiscal da Microsoft. Segue resumo fornecido por site de notícias regionais:
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Falso fiscal é acusado de aplicar golpes na região
Da redação
Um falso fiscal é acusado de aplicar golpes em empresários da região de Marília. Ele dizia trabalhar contra a pirataria e oferecia programas de computador originais, com preços acima do mercado, para livrar os empresários de multas.
João Carlos Vieira dos Santos, o falso fiscal, dizia trabalhar para a Associação Brasileira de Empresas de Software. Verificava os computadores e, quando encontrava programas piratas, tentava convencer os empresários a comprar os originais oferecidos por ele.
Os preços dos produtos oferecidos pelo falso fiscal chegavam a ser dez vezes mais altos do que o valor de mercado.
Quinze empresas teriam sido visitadas pelo acusado. Um empresário de Marília, por exemplo, entregou cinco cheques de R$ 1.000,00 para o falso fiscal.
Advogado da Associação Brasileira de Empresas de Software faz um alerta: a entidade não tem um funcionário para atuar nesse tipo de fiscalização.
O falso fiscal vai responder inquérito em liberdade porque não foi preso em flagrante.
As informações são da TV Modelo.
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Segue agora explicação dada pelo Alair [na condição de presidente da Associação Comercial], que foi quem denunciou à ABES a existência do falso fiscal:
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Fiz amizade com o advogado da ABES, Dr. Manoel Antonio dos Santos que me
afirmou que a ABES NÃO TEM FISCAL !!!! quando ocorre uma denuncia, eles
comunicam a empresa do Software que está sendo lesada, a mesma manda um aviso
para a empresa que está trabalhando com software pirata, depois faz um pedido
judicial, o juiz nomeia dois peritos e dois oficiais de justiça para irem até
o estabelecimento verificar se existe ou não o problema !
Junior, você falou que aí em Xxxxx também tinha um fulano que vendia
software e era representante da ABES, falei para o Dr. Manoel e ele me pediu
para averiguar, juntar provas que ele vai até Xxxxx para fazer a denuncia
também, pois estão denegrindo a imagem da ABES dessa forma.
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Se você ou sua empresa recebeu a visita deste cidadão ou de algum outro se passando por fiscal da ABES ou da Microsoft não hesite em denunciá-lo para a polícia. O fato de denunciar um falso fiscal não implica na visita automática de pessoal da ABES, como se pode perceber pelas palavras do advogado na reportagem.
No caso de Pompéia, as provas juntadas foram as mais simples possíveis: nome da pessoa, fotos do carro [que ele pintou com o 0800 da ABES] e algumas ligações telefônicas para empresas lesadas que concordaram em prestar depoimento.
Usar software pirata é crime - mas tentar extorquir dinheiro em cima da inocência de alguns é caso de polícia mesmo.
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Falso fiscal é acusado de aplicar golpes na região
Da redação
Um falso fiscal é acusado de aplicar golpes em empresários da região de Marília. Ele dizia trabalhar contra a pirataria e oferecia programas de computador originais, com preços acima do mercado, para livrar os empresários de multas.
João Carlos Vieira dos Santos, o falso fiscal, dizia trabalhar para a Associação Brasileira de Empresas de Software. Verificava os computadores e, quando encontrava programas piratas, tentava convencer os empresários a comprar os originais oferecidos por ele.
Os preços dos produtos oferecidos pelo falso fiscal chegavam a ser dez vezes mais altos do que o valor de mercado.
Quinze empresas teriam sido visitadas pelo acusado. Um empresário de Marília, por exemplo, entregou cinco cheques de R$ 1.000,00 para o falso fiscal.
Advogado da Associação Brasileira de Empresas de Software faz um alerta: a entidade não tem um funcionário para atuar nesse tipo de fiscalização.
O falso fiscal vai responder inquérito em liberdade porque não foi preso em flagrante.
As informações são da TV Modelo.
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Segue agora explicação dada pelo Alair [na condição de presidente da Associação Comercial], que foi quem denunciou à ABES a existência do falso fiscal:
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Fiz amizade com o advogado da ABES, Dr. Manoel Antonio dos Santos que me
afirmou que a ABES NÃO TEM FISCAL !!!! quando ocorre uma denuncia, eles
comunicam a empresa do Software que está sendo lesada, a mesma manda um aviso
para a empresa que está trabalhando com software pirata, depois faz um pedido
judicial, o juiz nomeia dois peritos e dois oficiais de justiça para irem até
o estabelecimento verificar se existe ou não o problema !
Junior, você falou que aí em Xxxxx também tinha um fulano que vendia
software e era representante da ABES, falei para o Dr. Manoel e ele me pediu
para averiguar, juntar provas que ele vai até Xxxxx para fazer a denuncia
também, pois estão denegrindo a imagem da ABES dessa forma.
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Se você ou sua empresa recebeu a visita deste cidadão ou de algum outro se passando por fiscal da ABES ou da Microsoft não hesite em denunciá-lo para a polícia. O fato de denunciar um falso fiscal não implica na visita automática de pessoal da ABES, como se pode perceber pelas palavras do advogado na reportagem.
No caso de Pompéia, as provas juntadas foram as mais simples possíveis: nome da pessoa, fotos do carro [que ele pintou com o 0800 da ABES] e algumas ligações telefônicas para empresas lesadas que concordaram em prestar depoimento.
Usar software pirata é crime - mas tentar extorquir dinheiro em cima da inocência de alguns é caso de polícia mesmo.





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