Quarta-feira, Janeiro 16, 2008

É cada uma que até parece duas

G1: "A adaptação para o cinema de "Harry Potter e as relíquias da morte", último livro da série de fantasia, poderá ser lançada em duas partes, segundo informações do jornal britânico "The Mail on Sunday"."

Segundo o MuggleNet, esta informação não pode ser confirmada ou negada enquanto o roteirista Steve Kloves participar da greve que acontece desde novembro passado - apesar do elenco ser obrigatoriamente britânico, a produção é toda americana, dos estúdios Warner.

As mesmas fontes dizem que o diretor norte-americano Steven Spielberg é forte candidato para assumir o sétimo filme, mesmo com todo o fuzuê criado pelo mexicano Guillermo Del Toro; ambos têm em comum o fato de terem recusado dirigir filmes anteriores da série [Spielberg foi convidado para o primeiro, A Pedra Filosofal, que caiu para Chris Columbus, e Del Toro foi convidado para Prisioneiro de Azkaban, o terceiro e melhor até agora, dirigido por Alfonso Cuarón].

Fuzuê por fuzuê, prefiro o mexicano. O Cuarón. Alguém pague milhões pro cara, por favor.

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Sábado, Janeiro 12, 2008

Orgulho e Preconceito - série

No catálogo da Ediouro do final da década de 80 em que achei Jane Eyre tinha outro clássico romântico obrigatório: Orgulho e Preconceito da escritora britânica Jane Austen, da mesma coleção [não encontrei com a mesma capa e tradutor (Lúcio Cardoso) da minha pra botar linque aqui... As edições atuais disponíveis, da Ediouro e a da Martin Claret, foram traduzidas por outros profissionais (ótimo motivo para ter esperanças de um dia ler a série Harry Potter com uma tradução decente, heh)]. Também faz parte da minha lista de Top Favoritos, algumas posições abaixo de Jane Eyre.

Nada mais natural, portanto, que eu aproveitasse pra baixar os seis episódios da minissérie da BBC pra assistir, ainda mais porque [não me atirem pedras!] a minha versão favorita da história é O Diário de Bridget Jones, niqui o ator Collin Firth interpreta a edição moderna do Mr. Darcy que fez tanto sucesso em 1995 [a propósito, a famosa cena do mergulho no lago está no episódio 3: nham nham!].

Passei a gostar mais ainda da história: o roteiro captou as idéias centrais do livro - algumas, eu confesso, não tinha captado quando li - e Jennifer Ehle fez uma Lizzy Bennet bem do jeitinho que eu imaginava: delicada mas com um senso de humor agudo, educada e polida mesmo quando emitia seus pontos de vista mais duros. A caracterização das personagens, aliás, me capturou dicumforça!

Não vou comparar com a versão para cinema com a Keira Knightley porque... Bem, eu assisti mas não lembro de nada. Desconfio que achei marromeno, nem muito bom nem horrível - senão eu lembraria, né? Né?

Tenho a vaga memória de que foi muito centrado na personagem de Keira - como o livro o é, no fim das contas: apesar de ser narrado na 3ª pessoa, é Lizzy Bennet quem fica sob o holofote o tempo todo, o que ela diz, o que ela faz, o que ela pensa. Na minissérie a presença de Mr. Darcy é maior, percebemos melhor a evolução dos seus sentimentos. Outros personagens também ganham mais destaque, e foi aí que descobri onde mais estavam o orgulho e o preconceito do título que perdi na leitura, além do par central.

Recomendo a minissérie com entusiasmo. E o livro - se possível no original junto com Sense And Sensibility [meu favorito da autora] e Emma [não me taquem pedras de novo, mas minha versão filmada favorita desse livro é... As Patricinhas de Beverly Hills].

* Resenha muito boa em português brasileiro do livro no blogue Bookworm

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Domingo, Janeiro 06, 2008

Jane Eyre - série

Ou: Senta que lá vem história.

Foi no final da década de 80 que descobri Jane Eyre, numa sessão da madrugada na TV Cultura. Em preto-e-branco na sala escura, os olhos do Conde Edward Rochester me assombravam e não consegui sossegar enquanto não descobri mais sobre ele. Que era Orson Welles eu sabia, mas a Internet ainda não existia pra essas bandas. Era o tempo, ainda, dos catálogos da Ediouro; foi ali que encontrei o livro de Charlotte Brontë [com essa mesma capa] que viria a ser o meu livro favorito de todos os tempos éva.

Muitos anos depois, assisti outra versão de Jane Eyre, mas não me marcou como a primeira vez. A história depende muito da interpretação dos dois atores principais e [acho que já comentei isso uma ou duas vezes no PdUBT antes] a dupla Charlotte Gainsbourg/John Hurt não me ganhou.

Os planos pra reler o livro no original já estavam feitos no ano passado, quando miguxo me enviou a lista dos concorrentes para o Golden Globe e vi uma atriz concorrendo na categoria de minisséries ou filme feito para a tv na temporada 2006/7 por... Jane Eyre!

Só se ouviu um cataploft.

Graças à Fernanda e à Tati, que me fizeram insistir pela terceira vez no cadastro do IsLife depois de não ter conseguido em duas, encontrei os quatro episódios da minissérie da BBC pra baixar [nunca vou agradecê-las o bastante por isto!].

Assisti neste final-de-semana.

Preparei coração e mente para evitar comparações com a versão de 1944 mas, depois de 15 minutos, não dava pra disfarçar mais: a maioria das seqüências era copiada plano-a-plano! Podia pensar que fosse natural, afinal não dá pra inventar muito quando se trata de adaptar o mesmíssimo livro. Daí vem a cena em que Jane criança encontra-se com Mr. Brocklehurst e a semelhança me deixa sem fôlego, com o enquadramento das personagens idêntico: Mr. Brocklehurst visto de baixo pra cima e Jane, de cima para baixo, tanto no filme quanto na minissérie.

Era a senha pra começar a comparar sem culpa! E, visto que o Jane Eyre de Orson Welles é um dos meus filmes top favoritos, foi até um ponto a favor pra minissérie, uai. [Pequena observação pessoal: eu tenho uma bronca contra atrizes bicudas. Me incomodam, não pergunte o motivo, Calista Flockhart, Elizabeth Mitchell, Claire Forlane... até a Evangeline Lilly mirrita. Quando vi a Ruth Wilson já criei barreira logo de cara. Ou de bico, quem sabe.]

Não gostei das crianças atuais, mais mecânicas e estridentes que as de 44. Tá certo que, em 44, uma delas era *a* Elizabeth Taylor, o que torna a comparação injusta. Também achei estranho terem colocado uma adolescente pra fazer a Adéle; a garotinha de 44 era tão encantadora e... francesa! Na escalação das crianças, 44 venceu 06 pra mim.

Talvez por contar com um elenco mirim tão mais fraco, o arco que mostra a infância de Jane foi menos desenvolvido na minissérie. Eu não sei se isso prejudicou a compreensão do caráter da personagem por parte de quem viu a história pela primeira vez; alguns comentários no site oficial criticaram muito o ritmo acelerado dos dois primeiros episódios, mas a maioria foi feita por quem também já conhecia o livro.

Até a metade do terceiro episódio ia tudo meio paripasso, filme e série, com uma que outra cena adicional e fotografia linda. A minissérie abriu mão da sutileza em duas seqüências que, no filme, foram filmadas de forma a não chocar a audiência da época, usando artifícios muito elegantes e que não deixavam dúvidas sobre o que tinha acontecido. Agora não necessitamos mais tanto prurido; ainda assim achei de uma crueza que destoou do tom.

Da metade do terceiro episódio até uns 3/4 do último não teve comparação: é um arco que foi cortado da adaptação de Aldous Huxley em 44, que transformou o clérigo St. John Rivers [que Jane conheceu pós-Thornfield] no médico Dr. John Rivers de Lowood, a instituição para onde Jane foi encaminhada pela Tia Reed.

Nos últimos 15 ou 20 minutos do quarto episódio, aí sim, foi a redenção. A conclusão da minissérie me derreteu mais que a do filme. A essa altura eu já tinha esquecido o bico da Ruth Wilson e o fato de que Toby Stephens é bonito demais para seu próprio bem ser Mr. Rochester. Acho que o fato desses minutos finais terem sido mais fiéis ao livro ajudou muito, passada a primeira estranheza de não ser narrado em primeira pessoa.

Pra quem gosta de romances de época [especificamente os vitorianos], recomendo a série com entusiasmo. E o livro. E o filme. Quanto à indicação pro Golden Globe, não sei se Ruth Wilson leva o prêmio porque não vi as outras concorrentes nas respectivas séries mas, intimamente, sinto que não haverá outra Jane Eyre tão perfeita quanto Joan Fontaine. Quanto ao Mr. Rochester perfeito, bem... Ainda espero este.
:o)

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Quinta-feira, Dezembro 20, 2007

As Cinco Pessoas Que Você Encontra No Céu

Titia Batata falou várias vezes sobre como um preconceito bobo pode pôr a perder a oportunidade de conhecer alguma coisa legal, já não já?

Pois é, Titia Batata comete esse mesmo pecado da soberba e torce o nariz quando o assunto cheira, mesmo que vagamente, a auto-ajuda.

Tive a chance de ler As Cinco Pessoas Que Você Encontra No Céu, de Mitch Albom, e passei a vez. No fim de semana, no entanto, não pude escapar de assistir o filme baseado no livro caus que dona mãe queria muito ver, mas não sabe usar o dvd player. "Ora," direis, "podia ter colocado o filme pra ela e saído." Até podia, mas minha outra ocupação foi mantê-la acordada durante as 2h40 de duração. Não porque foi um filme aborrecido, e sim porque é uma característica dela, mesmo. Até a dona da videolocadora sabe que minha mãe assiste filmes mais com a boca aberta do que com os olhos.

Não consegui fazê-la assistir o filme inteiro [viu só 4 das 5 pessoas], mas eu vi. E gostei muito. É daquele tipo que deixa um efeito residual agradável, faz a pessoa se sentir uma pessoa melhor. Claro que meu lado ranzinza encontrou algo para criticar mas, face ao espírito natalino, vou me abster de comentar essa parte. Aliás, este é um filme ideal para se ver nesta época do ano se estiver se sentindo deprimido por causa das resoluções não cumpridas, dos balanços com saldo vermelho... Muito melhor, eu diria, do que os que a tv vai passar na semana que vem, aqueles filmes de pessoas vestindo túnica bege.

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Quinta-feira, Dezembro 13, 2007

Outra lista

Estava a ler o Clareando Idéias, do Fernando, quando vi o poste sobre o lançamento do DVD duplo do filme Laranja Mecânica. Na resenha do Rubens Ewald e no Submarino não especificam nada do que vem no disco extra, mas eu sei que, não faz muitos dias, achei a versão dietética [disco simples] no bancão de R$9,90. Pelo menos outros dois filmes do Kubric [De Olhos Bem Fechados e O Iluminado] também têm novas edições duplas saindo do forno depois de jogar a simples no bancão.

Nhé!

Isso me lembrou de mais filmes que estão na minha lista de preciso assistir [ou rever, em alguns casos] que comprei na promoção e agora têm versões mais incrementadas que quase me fizeram ter um ataque de caspa.

O Gold Box Edition de Twin Peaks

A Edição Imaculada de Monty Python: A Vida de Bryan

A Edição Especial Tripla de Blade Runner

Lição aprendida, não vou comprar o box do Senhor dos Anéis agora que caiu de preço - quem sabe finalmente sai a versão estendida no Brasil?

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Quarta-feira, Dezembro 12, 2007

Aaaaaaaaaah!!

A Cor da Magia, de Terry Pratchett, vai virar filme! Tim Curry [eu lóvo ele] vai ser Trymon, Sean Astin [o Sam Gamgee de O Senhor dos Anéis] vai ser o Duasflor, David Bradley [o Filch de Harry Potter] vai ser Cohen, o Bárbaro e *ataque histérico* Christopher Lee vai ser A VOZ DO MORTE!

*Cataploft*

Eu preciso reler o livro, eu preciso assistir Hogfather [o filme anterior] e eu acho que sou obrigada a acompanhar a série em inglês mesmo, porque lá se foram 15 meses desde o último lançamento de um livro do Discworld pela Conrad, desperdiçando matéria da Veja.

Nem a Grande A'Tuin entende cabeça de editor.

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Quinta-feira, Dezembro 06, 2007

Listas e listas

Fim de ano é época de lançar listas de mais isso, menos aquilo e, de novo em dois lugares, vi referências à edição especial da revista Bravo que relaciona os 100 livros essenciais da literatura mundial. Inda não achei a lista completa dos 100 pra brincar de fazer contas, apenas as de duas edições anteriores da mesma revista: 100 livros essenciais da literatura brasileira [esgotado, na loja da Abril - li 26, quase tudo "pra escola"] e 100 filmes essenciais [lançada em ago/07, se não me engano, ainda não apareceu na loja da Abril - nem vou contar pra não passar vergonha, embora tenha em casa "Era uma vez no Oeste"... legendado em japonês e que só roda em player da região 2. Nhé], que tem alguns filmes em comum com a lista da AFI.

Da lista da AFI o canal MGM vai passar 50 filmes agora em dezembro, segundo nota do Omelete - infelizmente, em horário desumanos pra batatas em geral.
:oS

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Terça-feira, Dezembro 04, 2007

Bobby

Prestenção nos sinais, diz Pablo Conejo. Titia Batata tem que confessar que é supersticiosa e acredita que as coisas vêm em pacotes de três. Com isso e mais o fato de que japonês acha que número par não dá sorte, resolvi comentar o que achei do filme Bobby depois de ler resenhas [muito melhores do que a que vem a seguir, diga-se de passagem] em dois blogues amigos.

O diretor, roteirista e ator Emilio Estevez é filho do também ator Martin Sheen mas, ao contrário de seu irmão Charlie, optou por não usar o sobrenome famoso do pai quando entrou para a indústria do cinema. Na minha modesta opinião, isso já dá bem uma mostra de caráter ético do moço, que preferiu ser reconhecido por suas qualidades próprias e, por outro lado, não ser cobrado por ser filho de quem é quando apresentasse seus defeitos particulares também.

Esta foi uma opção que o senador Robert Keneddy não teve, quando se lançou candidato à Presidência dos EUA. Irmão mais novo do clã que pretendia ser a nova Camelot, considerado o patinho feio da família que gerou o mito John Kennedy, ele professava ideiais utópicos mesmo para a época em que os hippies protestavam contra a Guerra no Vietnã.

O que Emilio Estevez fez, quase 40 anos depois, foi tentar mostrar como esses ideais, utópicos ou não, ainda são atuais e desejáveis num mundo em que o conceito de "democracia" é confundido, muitas vezes, com a ditadura esclarecida. São personagens tipicamente americanos? Sem dúvida. Realidade distante da brasileira? Ô. Mas dá pra dizer, honestamente, que isso não nos atinge a todos?
Isso não diz respeito a nenhuma raça em particular. As vítimas da violência são negros e brancos, ricos e pobres, jovens e velhos, famosos e desconhecidos. São, acima de tudo, seres humanos que foram amados por outros seres humanos, os quais necessitavam deles. Ninguém, não importa onde viva ou o que faça, pode certificar quem será a próxima vítima de derramamento de sangue sem sentido. E isso continua sem parar no nosso país.

Trecho de discurso traduzido por Fernando Baia, do blogue Clareando Idéias. Original em inglês aqui.

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Quinta-feira, Novembro 29, 2007

E aí?

Zashi: "Grandes produções hollywoodianas têm o Japão como tema central. Será, entretanto, que esses megassucessos conseguem transpor para a Sétima Arte de forma fiel os elementos culturais da sociedade japonesa?"

Não.

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Quarta-feira, Novembro 28, 2007

Mais um jogo

Lembra daquele um que tinha que associar a música ao filme? Um que quase me fritou os miolos? Apois, agora é um mais simplezinho, tem que dizer de qual filme foi extraída a frase-chave. São 20 questões e tou em 17. Me faltam: Caramba, como vocês são rápidos! Muito gradicida!

. "Cai fora daqui, você está despedido!
Eu tenho uma idéia melhor. Você me contrata como consultor terceirizado. Em troca do meu salário, meu trabalho vai ser nunca contar para as pessoas o que [corte brusco aqui]" Resposta de Pri ---> Clube da Luta <---

. "Não, eu sou seu pai." [tentei 'star wars' e 'guerra nas estrelas' mas não foi] Resposta do Marcel ---> star wars episode v the empire strikes back <---

. "A caneta é azul. A caneta é azul. A maldita caneta é azul!" [hein?] Resposta de Anônimo [oi?] ---> o mentiroso <---

Aqui.

As que acertei até agora [posicione o mouse na seta, clique e arraste]:

. "Você está falando comigo? Está falando comigo? Você está falando comigo?" ---> taxi driver <---

. "Não passarás!" ---> senhor dos anéis <---

. "Eu vejo pessoas mortas" ---> sexto sentido <---

. "Loucura? Isso é Esparta!" ---> 300 <---

. "Você é a doença, eu sou a cura" ---> cobra <---

. "Vai me dizer que você construiu uma máquina do tempo... usando o DeLorean?" ---> de volta para o futuro <---

. "Me mostra a grana" ---> jerry maguire <---

. "Ni! Ni! Ni! Ni! Ni! Ni!" ---> monty python em busca do calice sagrado <---

. "Diga olá para o meu amiguinho!" ---> scarface <---

. "Minha mãe sempre dizia: a vida é como uma caixa de chocolates. Você nunca sabe o que vai encontrar." ---> forrest gump <---

. "Adriaaaaan!" ---> rocky <---

. "Eu voltarei." ---> exterminador do futuro <---

. "Mantenha seus amigos por perto. Mas seus inimigos mais perto ainda." ---> poderoso chefão <---

. "Eu adoro o cheiro de Napalm de manhã" ---> apocalypse now

. "Sr. Anderson!" ---> matrix <---

. "O Cazaquistão é o melhor país do mundo" ---> borat <---

. "Mr. White, Mr. Blonde, Mr. Pink...
Por que eu sou o Mr. Pink?
Quem liga pro seu nome?
Você fala isso é porque você é o Mr. White, um maldito nome legal pra caramba" ---> caes de aluguel* <---

E, para desestressar, enquanto buscava no Oráculo pelas frases que faltam, caí neste poste de 2005 com as 17 frases mais masculinas do cinema no blogue Totalmente Sem-Noção.

* Obrigada também ao "eu", que corrigiu essa que acertei no site do teste e transcrevi errado aqui... Vou ali me ajoelhar no milho e já volto.

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Sábado, Novembro 24, 2007

Brynn

Comecei [finalmente] a ler Northern Lights de Philip Pullman [trilogia His Dark Materials/Fronteiras do Universo], que foi adaptado para o cinema com o título A Bússola de Ouro, e fui ver qual meu dæmon particular.

Segundo o Wikipedia, o dæmon reflete as características pessoais de seu 'par'; assim, quem tem um dæmon em forma de cão tem propensão a seguir ordens [os funcionários da Universidade de Jordan, por exemplo], enquanto os que têm dæmons em forma de gato são independentes [Lord Asriel é um livre-pensador e tem, ahn... 'problemas' com autoridade].

O dæmon de Titia Batata é Brynn, um tigre macho.

E o seu?

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Quinta-feira, Novembro 15, 2007

HP & A Ordem da Fênix


Senhoura dona mãe:
-- Que horas que você vai assistir Hulk?

-- Hulk??

-- É, num é? Aquele menino maluquinho?

-- Menino Maluquinho??

-- Aquele DVD que chegou hoje? Eu quero ver também.

-- Ahn... Harry Potter?

-- Isso.

Daí foi que, depois da crise de riso e de tentar pôr o gato pra fora [ele se escondeu], vamos ver o filme. Eu já tinha assistido uma versão dublada genérica, mas também tinha prometido que me redimiria comprando o original, o que foi uma boa coisa porque descobri que a versão genérica tem quase 8 minutos a menos, pra caber na mídia. Nada que interfira no andamento da história, afinal, para fazer 700 páginas caberem em 2h18 de filme [sendo 10min de créditos], muita coisa já teve que ficar de fora mesmo.

OdF foi considerado o filme mais sombrio da série - e eu achei, no comecinho, que foi por causa da falta de iluminação nas cenas, lol! Fiquei apertando os olhos tentando enxergar alguma coisa. Com o passar do tempo, ou eu me acostumei ou as coisas ficaram mais claras, fato é que melhorou. Apesar de OdF não ser o meu livro favorito dos 7, acabou virando minha adaptação preferida - talvez por enfatizar menos a ação e mostrar mais as lutas internas de Harry agora que é mais crescidinho e começa a juntar as peças do que aconteceu pra trás. As cenas dele com Snape tentando aprender Oclumência demonstram isto.

Foi neste filme também que comecei a ver parte da mensagem de tia Jo, finalmente: a idéia de que ser diferente não significa ser pior. Dolores Umbridge representa as pessoas preconceituosas que temem o que é diferente e fazem de tudo para dominá-las ou, se possível, exterminá-las [e sou só eu ou mais alguém teve vontade de pegar um bastão de quadribol e encher-lhe a cabeça de porrada?]. Luna Lovegood, por outro lado, deu uma bela lição na cena com os testrálios na Floresta Proibida. Uma querida.

O diretor David Yates também dirige a 6ª adaptação, HP e O Enigma do Príncipe. No site Omelete tem o link para dois making-of mostrando o uniforme de quadribol e o orfanato nonde Tom Riddle cresceu, além das fotos da atriz escalada para ser a Narcisa Malfoy e da que vai ser Lilá Brown. Para quem não se lembra, Lilá está para Ron Weasley assim como Chorona Chang está para Harry Potter: alguém para treinar [=deixar de ser BV] antes de se amarrar com quem realmente importa.

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Quarta-feira, Outubro 10, 2007

Música & Filme

Socorro.

Tou presa num jogo em Flash niqui é necessário associar o título do filme à música - na parte 1, por enquanto, caus que meu escore até agora é só de 72% de acertos e fico ouvindo e reouvindo as que ainda não acertei. Como diria o Bono Vox na trilha de Smallvile, somebody save me! Quais são as que faltam??

Jogo aqui, minha lista acolá [com os resultados certos e as dúvidas].

Atualização
Graças a algumas mãozinhas, agora a lista está completa! Tem uns ali [10, 41, 55, 60 e 63] que eu não acertaria nunquinha na vida, caus que não assisti os filmes. Senquis, Tania [o linque no seu comentário chegou a um beco sem saída, você pode mandar de novo, plis?], Samurai & Outras Pessoas.
:o)
Só vou dar um tempo antes de tentar a fase 2 porque cérebro ferveu, mas quem quiser tentar tem dicas aqui.

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Sexta-feira, Setembro 21, 2007

They're here

Confesso que não sou grande fã de filmes de terror - ou melhor, são poucos os que me afetam de verdade. Não considero 'terror' filme sanguinolento ou com excesso de tripas e fluidos corporais e nem filme de susto, niqui a musiquinha vai crescendo até que o palhaço pula de trás da porta e faz "bu!".

Dos que me fizeram gritar e não dormir três dias seguidos tá o primeiro Poltergeist, de 1982. Vira e mexe passa no SBT de madrugada, toda vez que descubro assisto. E toda vez grito e fico sem dormir, igual aqueles ratos burros da propaganda de cerveja: a historinha da família que descobre "espíritos brincalhões" dentro de casa e tem que resgatar a caçulinha seqüestrada pelos ancestrais do Pirraça com a ajuda da média Tangina é viciante. Só dou um pouco de risada com a dublagem, caus que o pai a chama de 'querolaine' e a mãe de 'querol eine' [pra variar, a mãe é que tá certa: o nome da garotinha é Carol Anne e não Caroline].

O filme completa 25 anos em 2007 [ayjizuis, o tempo passa...] e vão soltar uma edição comemorativa em outubro. No Brasil sai no dia 25 e já está na pré-venda - e eu na fila.

[Anturdia, numa das reprises de House, ele gritava pro paciente "don't go into the light!" Eu adorei.]

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Quarta-feira, Agosto 01, 2007

I've had the time of my life...

É só passar Dirty Dancing - Ritmo Quente na sessão da tarde que bombam visitas no PdUBT, toda vez. Hoje já foram 48, a maioria atrás da trilha sonora.

Eu sou suspeita pra falar, caus que tenho os dois CDs [versão condensada e a Ultimate, completa e na seqüência] e o DVD do filme [a edição simples, não a de colecionador], mas acho que são mesmo músicas marcantes.

E se o tempo não passa pra música, o mesmo não acontece com os atores... Última vez que vi a Jennifer Grey foi num episódio de Friends como a amiga que dorme com o ex-noivo de Rachel às vésperas do casamento [bem feito], com plástica no nariz. Patrick Swayze vi já botocado, não lembro onde. O pai de Baby tá no Law & Order e a mãe é a mãe de Lorelai no Gilmore Girls. Penny e Lisa nunca mais vi. Max e Tito já faleceram - mas, também, lá se vão 20 anos, né?

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Sexta-feira, Julho 13, 2007

A esperança é a última que morre

Até O Senhor dos Anéis está passando por uma nova tradução [e nem era tão ruim assim], a exemplo do que já foi feito com O Mochileiro das Galáxias.

E no fórum Valinor tem também o abaixo-assinado pelo lançamento das versões estendidas dos filmes no Brasil.

Nome: Luciana Naomi Hikawa
Numero da Assinatura: 8080

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Quarta-feira, Julho 11, 2007

Não é chinesa

O mês de julho sofrerá [já está sofrendo] uma overdose de Harry Potter por causa do lançamento do quinto filme [A Ordem da Fênix] e do sétimo livro [Deathly Hallows], por isso não é de se admirar que todas as revistas, tvs, rádios, blogues, tambores e sinais de fumaça tratem do assunto.

O duro, para quem acompanha a série há dez anos, é dar de cara com reportagens redigidas sem cuidado, apenas para aproveitar a onda. Exemplo? A matéria de cinco páginas da revista Época, de Luís Antônio Giron, que de modo geral é boa mas escorrega legal quando diz que "Há cenas ousadas. A do beijo entre Potter e Cho (Katie Leung) - a namorada de Potter que, no livro, leva o nome de Gina e não é chinesa - é uma longa seqüência digna de comédia romântica."

Tem também uma resenha antiga que proclamava, alegre e faceira, que Hermione e Luna brigariam pelo coração de Harry.

Na posição de goleira do Ginny Weasley Futebol Clube fico fula com essas coisas. [Tou só esperando o primeiro a publicar notícia dizendo que o nome da Ginny é Virgínia pra tacar pedras.]

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Segunda-feira, Julho 02, 2007

Maledetos hormônios!

Por causa da época do mês, coloquei Henry V para assistir no fim de semana. Já tinha visto também Pequena Miss Sunshine e não me abalei até o fim. Pensei "que risco pode ter num filme de guerra, né?"

Né.

No discurso antes da Batalha de Agincourt eu já tava com o nariz entupido de chorar. Depois da batalha*, então, faltava morrer.

Agora tou com o Deja Vu na fila; tomara que seja bem machão, pra eu não ter outro ataque de mulherzice.

* Non nobis Domine, sed Tuo da gloriam. [Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao Vosso nome dai a glória.]

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Sábado, Junho 16, 2007

O Labirinto do Fauno

Quando me perguntaram se eu queria assistir O Labirinto do Fauno [El Labereinto del Fauno/Pan's Labyrinth, Mexico, Espanha, EUA/2006], minha resposta foi imediata: claro! Bastava ser do diretor Guillermo del Toro, que fez de HellBoy uma das minhas adaptações de quadrinhos favoritas e é colega de Alfonso Cuarón, que fez a melhor adaptação de Harry Potter até o momento. Desta vez Guillermo criou o filme todo, do roteiro à produção.

Mais aqui - mas só se já assistiu. Contém quase todos os spoilers.

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Quarta-feira, Junho 13, 2007

-37

Na Saraiva a edição de capa dura infantil [Bloomsbury, britânica] de Deathly Hallows está na promoção por R$ 59,90.

Batata Transgênica é utilidade pública.

Atualização: Nas Americanas tá com o mesmo preço na mesma capa, com a vantagem do frete grátis e o boné de brinde.

UOL Criança: "A estréia do filme "Harry Potter e a Ordem da Fênix" nos cinemas do Brasil será adiantada para 11 de julho. A notícia foi divulgada pela Warner e a data corresponde à estratégia mundial de lançamento do filme. Antes do Brasil, já havia sido antecipada a estréia nos EUA e na Itália, também previstas para 11 de julho."

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Terça-feira, Maio 15, 2007

Top Favoritos Foréva

O Fuxico: "Os filmes que as pessoas mais gostam de rever são Dirty Dancing e Star Wars, segundo uma pesquisa realizada pelo canal Sky Movies Sci-fi & Horror."

Eu não consigo fazer listas definitivas caus que vivo mudando de idéia, mas Tubarão e Duro de Matar dificilmente entrariam nos meus TFF, acho.

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Segunda-feira, Abril 30, 2007

Shinobi

No começo do século XVII, o xogum Yeyasu Tokugawa unificou o Japão sob uma autoridade única, no que ficou conhecido como o Período Edo [Edo é a atual cidade de Tóquio, nonde Tokugawa estabeleceu-se]. Algumas eminências pardas o aconselharam a neutralizar os clãs ninjas, que obedeceram ao senhor local durante os séculos em que o país esteve dividido entre feudos e que portanto representam uma ameaça ao Senhor dos Senhores. Dentre as eminências pardas encontramos Yagiyu* e Hattori Hanzo** [hah! reconheceu os nomes, né?], que temem especialmente os clãs shinobi [outra denominação para "ninja"] Iga e Kouga, inimigos declarados há mais de 400 anos.

Esta é a trama do filme Shinobi - A Batalha, que ganhou o prêmio equivalente ao Framboesa de Ouro no Japão mas que eu gostei mucho. A estética lembra Zatoichi, a coreografia lembra os filmes wuxia chineses [O Tigre e O Dragão, por ex.], parte da trama lembra Píramo e Tisbe [ou Romeu e Julieta, se preferir] e os shinobi lembram os X-Men, ou seja, tudo o que eu gosto!

Não chega a ser um TFF, mas reveria sem problema.

* V. mangás Lobo Solitário e Livro do Vento
** V. filmes Kill Bill vol. 1 e 2

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Quinta-feira, Abril 19, 2007

Crássico é crássico, e vice-versa 2.

Cineclick: "O clássico musical dos anos 80, Fama dirigido por Alan Parker, irá ganhar um remake. Desta vez, quem assinará a produção será Mark Canton (300)."

Fame! I'm gonna live forever, I'm gonna learn how to fly high! ... Uia, baixou uma Irene Cara nimim agora.

A Arca: "A atriz Kate Beckinsale, conhecida por não saber escolher bons papéis, é o nome mais forte para se tornar Barbarella no remake que leva o mesmo nome da personagem-título e também do primeiro filme de 1968."

Tadinha.

Herói: "A primeira temporada de Duro na Queda será lançada em DVD nos EUA em junho, com 22 episódios e dois documentários: um sobre a série em si, e outro abordando sua canção-tema, The Unknown Stuntman (intepretada pelo próprio Lee Majors), que a Globo cortava sem cerimônia."

Não conheço a música. Buá. Obrigada, Globo.

Omelete: "Speed Racer já tinha todo o elenco central escolhido, mas faltava o Corredor X. Não falta mais: Matthew Fox, o Dr. Jack de Lost, será o misterioso piloto."

*Cataploft* Jura?! Ele tem a cabeça certinha, e o queixo também, de Rex Racer! Rex Racer é Top Olhinhos Puxados Fazível de Titia Batata.

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Segunda-feira, Abril 16, 2007

Crássico é crássico, e vice-versa

Yahoo!: ""Em lugar de tentar aprender alguma coisa com o vexame mais recente de Britney (Spears), vale a pena ler filósofos e escritores que refletiram a fundo sobre o tema e cujas histórias resistiram ao teste do tempo.""

Dos 10 indicados, ainda não li "Doutor Jivago" e "O Corcunda de Notre Dame" - conheço a trama apenas pelos filmes. Tenho que consertar isso.

1. O Morro dos Ventos Uivantes - Emily Brontë
2. Ana Karenina - Leon Tolstoi
3. Romeu e Julieta* - William Shakespeare
4. Casablanca - filme
5. Sonho de Uma Noite de Verão - William Shakespeare
6. Doutor Jivago - Boris Pasternak
7. Razão e Sensibilidade - Jane Austen
8. O Corcunda de Notre-Dame - Victor Hugo
9. Ligações Perigosas - filme [embora o livro de Choderlos de Laclos seja ainda melhor que o filme]
10. Orgulho e Preconceito - Jane Austen

* De tio Shakes prefiro A Megera Domada e Muito Barulho Por Nada. Não sou muito fã de Romeu e Julieta.

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Domingo, Abril 15, 2007

Pop

Eu não entendo o ódio no coração das pessoas que detestam o Adam Sandler. Decerto que ele não é o melhor ator do mundo. Talvez nem esteja na lista do 2.500 melhores, mas também não é pra tanto. Hoje, quando terminei de assistir Click, me dei conta que eu gosto dos filmes dele. Na verdade gosto mais ainda da trilha sonora dos filmes dele. Um cara que é fã do Styx e do Carrs não pode ser tão ruim assim.

Tá que geralmente é só besteirol; esse Click é uma versão pop do conto de natal de Dickens, incrementado com peidos e cachorros com incontinência sequissual, mas nada tão ofensivo [e inda tem Christopher Walken, o que o eleva à categoria de obrigatório, pra mim]. Por mais besta que sejam, os filmes dele têm alguns momentos ternos - e ele ri de si mesmo, o que merece meu respeito.

E, de acordo com uma reportagem da BBC, com esta declaração queimei meu filme para 23% das pessoas. Tou tããããão preocupada que não vou nem dormir...

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Terça-feira, Março 27, 2007

Mulé de bandido

Que eu sou paixonada no Draco Malfoy [depois de Severus Snape] quase todo mundo sabe. Por isso fiquei com comichões quando a Bruna apontou o linque para o boneco do menino - quase na mesma posição e roupas que o boneco oficial, talvez com alguma diferença de idade. O "tonner" parece ser do primeiro ano, o oficial já é do quinto.

E para quem gosta, esse é o do Sirius antes de atravessar o véu.

Atualização: Sou só eu ou mais alguém achou a capa infantil do último Harry Potter pela Bloomsbury meio Jack Kirby?

* Versão adulta pela Bloomsbury e versão americana pela Scholastic, a que é usada na tradução brasileira.

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Sábado, Março 10, 2007

Momento mulérzinha

Num dos filmes adolescentes cRássicos da década de 80, quando ainda não existia essa coisa de teen, o mocinho compra um par de brincos para impressionar a garota que quer conquistar, uma patricinha fútil. Sua melhor amiga o auxilia na escolha do modelo, já que o rapaz é meio bronco nesses assuntos. O enredo de Alguém muito especial leva muito de Cyrano, com o ruivo Eric Stoltz no papel de Christian, Lea Thompson [a mãe de Michael J Fox em De volta para o futuro] no de Roxane e Mary Stuart Masterson [Tomates verdes fritos] no de Cyrano. O roteirista é John Hugues, especialista nesse tipo de filme.

Bão, todo esse circunlóquio pra dizer que desdaquela época procuro brincos iguais - que são a coisa mais simples do mundo: um par de diamantes quadrados de +ou- 5mm, sem nenhuma firula.

Achei.

Não de diamantes, claro, que sou metida a besta mas o bolso é raso. De cristal branco engastado em prata faz o mesmíssimo efeito.

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Segunda-feira, Março 05, 2007

Eu tenho tantoo pra te falaar...

Li "O Terceiro Tira" [Z., você tem razão: adorei!].

Assisti "Roma" [K., você tem razão: é ótimo!].

Blue Man Group no Brasil! E eu ainda não ganhei na Mega-Sena.

Vi a premiação do "Scream Awards" [pela metade porque passei pelo SBT no susto].

Quero comentar tudo mas a cabeça não tá colaborando.

[-- Lu, você lembra o nome de fulano?

-- É Wagner, só não lembro se é com dábliu ou com jota.

Nesse nível.]

Avó atravessou o véu.

[Legal isso de "atravessar o véu", né? Colaboração J. K. Rowling.]

Na comunidade sênior sobre HP rolam altas críticas à mais recente entrevista concedida pela tradutora Read Wiler. Eu não digo mais nada.

Pelo menos por enquanto.

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Terça-feira, Fevereiro 13, 2007

Azia

No arco sobre a janela na sala de Poções há uma inscrição em latim: "Potassa Carbonate". Uma busca rápida no Google e voilà! Trata-se daquele sal efervescente para tratar azias e queimação no estômago, ideal para tomar depois de uma sessão de Oclumênca com o Professor Snape.

Carbonate of Potassa (Potassm Carbonas). Carbonate of potassa is purified pearlash, and is frequently called salt of tartar. Carbonate of potassa has the same medicinal properties with the bicarbonate, and is used for similar purposes.

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Segunda-feira, Janeiro 29, 2007

Tóim na testa

Revendo Homens de Preto no sábado à tarde é que percebi, ali no meio dos seres estranhos, um tipo familiar: Tony "Monk" Shalhoub no papel de um comerciante ilegal de armas alienígenas. Da primeira vez que assisti passei o tempo todo babando pelo Tommy Lee Jones e não prestei atenção nos detalhes.

Revendo Demolidor - O Homem Sem Medo no domingo à tarde é que percebi as referências a artistas da casa editora dos quadrinhos [Joe Quesada, Jack Kirby, Stan Lee, Frank Miller - os dois últimos apareceram em pontas] e a presença de Jon Favreau, que vem a ser o responsável por outra adaptação da Marvel [Homem de Ferro]. Da primeira vez que assisti passei o tempo todo dirigindo insultos contra o Ben Affleck e não prestei atenção nos detalhes.

[E esqueci que o divertido de assistir adaptações da Marvel é brincar de "onde está Stan Lee?", caus que ele sempre faz uma ponta nesses filmes.]

À noite talvez reveja Minority Report, baseado em conto de Philip K. Dick e que homenageia três dos maiores escritores policiais do mundo [Agatha Christie, Arthur Conan Doyle e Dashiell Hammett], pra ver quais detalhes não percebi da primeira vez.

Titia Batata é um tanto quanto distraída.

[Ouvindo: Illegal Alien - Genesis - Platinum Collection (CD 1) (05:17)]

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Terça-feira, Janeiro 23, 2007

High School Musical

Garoto conhece garota nas férias de verão e vivem interlúdio terno. Ao retornar às aulas, ele descobre que ela é a nova aluna da escola mas teme assumir que teve um momento terno com a garota por causa da turma. Ela faz amizade com pessoas com interesses diferentes dos dele, mas enfim descobrem que todas as faunas podem conviver harmoniosamente no meio de muita cantoria, ó, o amor é lindo. Parece familiar?

Quase 30 anos depois, High School Musical é uma versão teen, politicamente correta e asséptica de Grease - nada de fornicação em filme da Disney, por favor. Nem beijo. E parece que gerou filhotes mesmo assim.

Ótimo para um domingo à tarde depois de ter ficado de plantão, com o cérebro tão entorpecido que não sai mais nada nem se espremer. E as musiquinhas são bem pop-grudentas, fácil de sair cantando junto - de novo, igual quinem.

[Dueto Start of something new na Ouvateca.]

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